Mudança de cidade, novo trabalho, chegada (ou saída) de alguém, filhos crescendo, aposentadoria… Transições são pequenos lutos: despedidas do que foi, abertura para o que chega. Mesmo quando desejadas, costumam embaralhar: quem eu era ali não cabe inteiro aqui — e isso dá medo.

Passos que ajudam:


	Amparar o tempo de travessia (nem lá, nem cá): reduzir expectativas, nutrir o corpo, falar do que sente.
	Criar âncoras: pequenos hábitos que te lembram de você (caminhar, café quieto, escrita, oração).
	Dar lugar ao luto: permitir tristeza, raiva, saudade — sem patologizar.
	Mapear apoio: quem e o que te sustentam (pessoas, espaços, rotinas).


Podemos efletira na seguinte questão: o que desta fase pede de mim e o que posso deixar ir? Às vezes, insistimos em caber num papel antigo por medo do vazio. Mas é justamente no intervalo que nascem novas formas de desejar.

Se a mudança te pegou pelo braço, que tal diminuir a exigência de “dar conta de tudo” e escolher um cuidado por vez? E se bater a vontade de conversar com calma, eu te escuto.

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Quando a vida muda de fase.

Mudança de cidade, novo trabalho, chegada (ou saída) de alguém, filhos crescendo, aposentadoria… Transições são pequenos lutos: despedidas do que foi, abertura para o que chega. Mesmo quando desejadas, costumam embaralhar: quem eu era ali não cabe inteiro aqui — e isso dá medo.

Passos que ajudam:

  • Amparar o tempo de travessia (nem lá, nem cá): reduzir expectativas, nutrir o corpo, falar do que sente.
  • Criar âncoras: pequenos hábitos que te lembram de você (caminhar, café quieto, escrita, oração).
  • Dar lugar ao luto: permitir tristeza, raiva, saudade — sem patologizar.
  • Mapear apoio: quem e o que te sustentam (pessoas, espaços, rotinas).

Podemos efletira na seguinte questão: o que desta fase pede de mim e o que posso deixar ir? Às vezes, insistimos em caber num papel antigo por medo do vazio. Mas é justamente no intervalo que nascem novas formas de desejar.

Se a mudança te pegou pelo braço, que tal diminuir a exigência de “dar conta de tudo” e escolher um cuidado por vez? E se bater a vontade de conversar com calma, eu te escuto.

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